sexta-feira, 27 de abril de 2012

Conta Comigo

Conta Comigo, um drama de Rob Reiner, de 1986. Com Wil Weaton,  River Phoenix, Corey Feldman. Um dos filmes mais bonitos e comoventes que eu já vi!




Eu não irei conseguir falar deste filme com aquela linguagem intelectual que os críticos devem ter... Porque esse filme, de fato, meche demais comigo.
Então de peito aberto, e mente também, eu falarei deste filme a você.

O filme conta a história de quatro amigos inseparáveis (Gordie, Chirs, Vern e Teddy), de 12 anos, que movidos pela curiosidade, vão em busca do corpo de um menino desaparecido.

O filme é narrado por um desses meninos, Gordie, que conta suas experiências de criança num livro, anos depois.
 
Gordie é um garoto inseguro e muito inteligente! Que era pouco apoiado pelos pais, que prefiriam o irmão mais velho, a ele. E tudo piora quando o irmão morre num acidente de carro, e Gordie se sente culpado por isso.

Chirs é o melhor amigo de Gordie. Um garoto que vem de família ruim, e é considerado um marginal, apesar de ser um garoto de paz e um ótimo amigo.

Vern é um garoto medroso e frágil. Que ainda tem a maturidade de um garoto de 7 anos de idade, o que não o impede de ser feliz ao lado dos amigos.
 
E por fim, temos Teddy. Um garoto emocialnalmente problemático, já que o pai havia sido mandado a um hospício uma vez. Era um louco, mas sempre um bom amigo!

E esses quatro meninos são o espelho da personalidade de qualquer crinaça de 12 anos de idade, que tem suas insegiranças, seus momentos imaturos, seu momentos ruins e seus momentos "loucos". E sempre ao lado de seus amigos...

Eu digo, tendo eu 13 anos de idade e sabendo bem disto, que esses meninos provam, como diz Gordie no filme, que ninguém nunca terá amigos como os que tinham quando tinham 12 anos de idade.

E amizade é algo puro. Uma coisa que um dia irá embora, sim, mas sempre trará com você boas lembranças e boas memórias. E esse filme nada mais é, do que boas memórias.

Você, que está lendo isso agora, não sei quantos anos você tem... Se tem 12, 20, 30... Mas nunca se esqueça, que nunca se é jovem ou velho demais para ter verdadeiros amigos.

Eu indico este filme de coração. Ele é emocionante e muito bonito, você não vai se arrepender... 
  
Conta comigo,
Morgana

 

sábado, 14 de abril de 2012

Caça às Bruxas

Um filme de Dominic Sena. Com Nicholas Cage, Ron Perlman. 
Tive muitas decpções ao ver este filme. Não recomendo, mesmo!
 


O filme se passa na época das Cruzadas, e da Inquisição. Quando feitiçeiras, e até mulheres comuns, eram queimadas na fogueira consideradas de serem adoradoras do Demônio, por praticarem feitiçaria. E algumas nem praticavam.

A história conta sobre Behmen, um cavaleiro que lutou nas Cruzadas por vários anos. E que perdeu a fé na Igreja, ao ver que não havia salvação a ninguém. Ele e seu escudeiro Felson vão até um vilarejo onde recebem ordens de encaminhar uma jovem considerada como bruxa até um monastério distante.

Este é o tipo de filme que eu esperava nos fazer refletir sobre aquelas mulheres queimadas, ou sobre aquelas bruxas obrigadas a pagarem com a morte sobre algo que era apenas a religião delas. Mas creio ter me enganado profundamente. Pois o filme pega esse tema sobre bruxas e joga no mato.

Eles, na verdade, alimentam o cristianismo. Fazendo a fé em Deus "salvá-los" no final do filme. Eu que pensei que eles mudariam essa visão de que todos aqueles que desacreditam em Deus podem nem sempre ser maus por causa disso.

O filme foi uma tremenda ofensa para as bruxas, do passado e do presente, e para as mulheres queimadas. Aquelas mulheres que tiveram que engolir os dogmas, o sofrimento, a culpa... Para no fim morrerem na fogueira. Deixando seus filhos, pais e maridos acreditarem que elas eram algum tipo de demônio terrível e sanguinário.

Eu queria que um dia alguem pensasse a favor dessas mulheres. Pois foram feitos inúmeros livros, inúmeros filmes gritando em defesa delas. Mas no final, um filme como esse, fica muito mais famoso. Assim como todo filme que alimenta as crenças cristãs fica.

Então essa é minha crítica. E quero que essa crítica não te faça pensar apenas no quanto ruim é esse filme. Mas quero que um dia pare e pense nessas mulheres. As bruxas e as que não eram bruxas. E pense se valeu a pena ter uma religião tão soberana, que é o cristianismo. Valeu a pena elas morrerem na fogueira? O mundo está salvo por causa disso? Pense nisso.

Meus sinceros abraços a você e às bruxas de todo o mundo,
Morgana

quinta-feira, 12 de abril de 2012

THOR

 Apesar de ser um filme sobre super herois da Marvel, usar Mitologia Nórdica como base disso foi uma ideia expetacular.
Thor, de Kennet Branagh. Com Chirs Hemsworth, Nathalie Portman, Anthony Hoppkins.



O filme é baseado na história do heroi dos quadrinhos da Marvel Comics, Thor. Que é mais que um heroi. É o deus do trovão, na mitologia nórdica.

Uma das coisas que mais admiro nos herois da Marvel Comics é que, nem todo heroi é completamente perfeito, e nem todo vilão é completamente mau.

Nosso protagonista é o próprio Thor (Chirs Hemsworth). Que seria coroado o Rei da chamada Asgard, que seria a "terra dos deuses" para os nórdicos. Porém (provando as imperfeições das pessoas), Thor é muito insolente. E por tais motivos, procura guerra com um povo, por mera diversão e intolerancia.

Nosso antagonista é o irmão de Thor. Loki, o deus da mentira, da inteligência e da astúcia. Loki por sua vez, não é completamente mau. Ele vive atormentado, a sombra da fama do irmão.


Esses dois deuses são completamente diferentes um do outro. Thor utiliza a força fisíca e Loki usa a astúcia (o que me faz admira-lo muito mais)...


A relação entre os dois é de fato tensa. Já que ambos querem defender suas teorias da forma mais radical o possível, tendo ambos pensamentos e táticas muito diferentes.


Odim (Anthony Hoppins), o pai de Thor e Loki, é de certa forma o equilíbrio deles até aquele momento. O pai, afinal, é sempre quem controla os irmãos que insistem em brigar. Mas, quando tais irmãos já se descobrem crescidos o suficiente, o caos reina.


A trilha mostra nada mais, nada menos, que o decorrer da maturidade de Thor. Que é banido por causa da sua ingnorância e ipertinência.


Eu tiro meu chapéu para a atuação de Anthony Hoppkins, sempre um grande ator; e que ficou muito bem caracterizado como Odim, rei de Asgard e deus da sabedoria. Elogio também a atuação de Tom Hidleston (Loki), que afinal mostrou ser um grande ator, e espero que sua carreira decole neste filme por diante...


Além de ser um ótimo filme de ação, e ser bem fiel à mitologia nórdica. Este filme realmente é muito bom e recomendo a todas as idades.


Beijos Nórdicos,
Morgana